30 de abril de 2017

Um desabafo

Não vou acrescentar mais do que escrevi aqui. Sofro de um síndrome de blogger que ainda tem um longo caminho a percorrer. Sempre assim tem sido e continuará a ser. Mas a partir de hoje não vou gastar uma palavra que seja com esses tais anónimos. Até porque o anónimo é um espermatozoide estéril cujo portador, ignobilmente, usa preservativo na prática onanista. Não responder, ignorando-os e jogá-los à indiferença é o que mais lhes dói. E aí, a melhor opção, é fazer-lhes a vontade e deixá-los regurgitar, pois sabemos que de seguida vão manjar do próprio vómito. 

Por isso, sigo em frente, mandando-os foder, se é que eles sabem o que isso é.

14 comentários:

  1. Jorge, em vez de me repetir, vou colar aqui o que no dia 13 de Fevereiro publiquei no meu espaço sobre o assunto, e de cujo texto hoje não retiraria nada:


    Disfarce

    O que eu sinto em relação a quem propositadamente se esconde como anónimo para emitir uma opinião de forma voluntária, situa-se entre a indiferença e o desprezo. Nada de sentimentos bons, portanto.
    E não é falta de pensar no assunto, levada em parte por considerandos que já tenho ouvido a propósito, tais como: eu tenho muito respeito pelos anónimos; ah, eu até sei quem é mas prefiro que chegue aqui como anónimo; compreendo porque não gosta de se dar a conhecer.
    Não me identifico com nenhuma destas 'justificações', incluindo o respeito que não sinto pelos fenómenos-máscara, mas publico sempre os comentários que me chegam à praia por via de anónimos e faço questão de responder. E isto tem que ver com o cumprimento do meu princípio de tudo publicar como já tinha dito e, nesta sequência, de usar de educação respondendo a quem me lê.
    Uma circunstância curiosa: há anónimos que gostam de se esticar no registo vocabular, assim a pender para o vernáculo pesado ou mesmo lá. Isso é para quê? A verdadeira identidade não é compatível com esse linguajar, ou sentem-se desculpabilizados por pensarem que 'ninguém sabe quem eu sou', ou... ?
    Nesta linha, também não atendo telefonemas de números privados. Pela desigualdade. Eu não tenho de confiar em alguém que à partida me impõe reservas ou desconfianças e que se coloca numa posição superior. Uma vez, uma pessoa disse-me que 'são as nossas regras', referindo-se às regras da empresa. Disse-lhe que assim não nos entendíamos porque essas regras colidiam com as minhas, das quais não abdico.
    Não deixa de ser ainda mais estranho que opções destas, de anonimato, quando se pretende emitir uma opinião, surjam em tempos de democracia. Isso não será uma conduta mais apropriada a contextos de censura?"

    Fica um beijo para o domingo!

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    1. Isabel,
      Vou repetir a resposta que deixei a um comentário no Intervalo.
      O anonimato é subjectivo. Mas há pessoas, que pelo facto de colocarem um nick, pensam que passam despercebidas! Puro engano, as novas tecnologias permitem-nos saber quem são! Os ip`s, com a ajuda de alguns programas específicos, sabemos de que computadores, zona do país, estão a enviar as mensagens e os emails.

      Um beijo e obrigado!

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  2. Boa tarde JLynce, vim agradecer a sua visita ao meu blog, assim como a sua adesão em me seguir. Estou gostando das suas postagens, do seu blog como um todo e o que você escreve é legal, instrutivo e sábio, vou ter prazer em segui-lo. Seja sempre bem vindo ao meu cantinho, abraços carinhosos!

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  3. Sobre anónimos pouco simpáticos penso que o melhor mesmo é ignorar
    Sobre o encontro/almoço se não foi desta, esperemos que seja no próximo que até parece que irá ser em Lisboa :)
    um beijinho e bom final de Domingo
    Gábi

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  4. Desde que 'anônimos'...o bom e o mau.
    Ei coisa mai linda, aquele cafuné de domingo!
    Eu-D a r k ^.~

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    1. Quando aí voltar, vamos repetir o cafuné

      :))

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  5. Moderação... é sempre a melhor solução... para qualquer chateação...
    Bjs
    Ana

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  6. Aleluia! Já era tempo de tomares uma atitude. Força aí na verga. Upsss nos dedos.

    Um beijo gato ;-)

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  7. Amigo, grande emoção
    Senti de novo com Sena!
    No teu post, vi a cena
    De dura assimilação.

    Sena foi o campeão
    Dos campeões. A pequena
    Estatura e voz serena
    Dele, dão-me a ampliação

    De um gigante em estatura
    E sua voz da altura
    De um poderoso tenor

    A sua imagem perdura,
    Na minha alma, tão pura
    Feita à de um santo de amor.

    Parabéns, pela belíssima homenagem, amigo! Concordo em gênero, número e grau! Aceite o meu abraço fraterno. Laerte.

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  8. Algo que certamente os mesmos farão... no anonimato...

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